Caso Vitória: Pedreiro escreve uma carta ao pai da adolescente, falando que está inocente:”não é justo, estar preso pelo que os outros fizeram”

Lembra do caso da menina vitória? A adolescente que foi encontrada a 16 de junho de 2018, com 12 anos em Araçariguama.

Novos movimentos, na morte da menina Vitória Gabrielly, o pedreiro que foi condenado pela morte da menina, no último ano. Ele escreveu e ,enviou uma carta ao pai da menina dos patins rosa. Após dois anos depois da morte, os pais da adolescente tentam entender a morte da menina.

Um casal também envolvido no caso, ainda não foi julgado. Numa carta enviada aos pais da adolescente, no qual o o site G1 teve acesso ao seu conteúdo, Júlio Ergesse um dos culpados da morte de Vitória que já foi julgado e condenado, e atualmente encontra-se preso na Penitenciária de Tremembé, confirmou que o amigo que o teria denunciado, seria o principal responsável pelo crime e que estaria foragido.

Já em outra linha, ele confirma que a pericia ainda não foi realizada num carro azul. O condenado escreve numa linha da carta:”não é certo, estar preso pelo que os outros fizeram”.

A carta foi entregue ao pai da menina, Beto Vaz, através de uma pessoa que estava detida na mesma unidade que o suspeito. A defesa, também se manifestou após ter acesso há carta.

“Em nenhum momento, eu li uma palavra solidária, nem apenas um boa noite ou até mesmo pêsames.Apenas não entendo porque a enviou. Apenas me dou conta de uma versão, que está apenas preocupado com ele, mesmo descrita aqui”; conta o pai da menina.

As autoridades acrescentaram, que os pontos escritos e marcados por Júlio, já seguiram para investigação durante o decorrer do inquérito, e não apresentaram qualquer ligação ao crime.

“Nós sempre fazemos a mesma pergunta, sobre quais as lições que restaram nesses dois anos, e a resposta é sempre a mesma: frustração. Mas jamais alguma lição, qualquer legado como apenas não tivesse acontecido nada.

Mas sim, na verdade existe uma grande mágoa no coração, da família dos pais. Mas não em torno de revolta, mas tristeza. Mas nesse caso, era para ter mudado. Nos vemos acoes. Mas as estatísticas e uma triste história”, disse o pai.

A mãe da menina, ainda abriu uma ONG, em nome da filha para fazer atendimento dos jovens da cidade e oferecer educação e espaço para brincadeiras, como a menina teria saído para dar um passeio de patins e não retornou.

“Está acabada, só ainda falta a estrutura física, mas já esta iniciando os primeiros passos”, conta o pai.


Escrito por Carla Sofia

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