Com o fim da quarentena chegando em Portugal as pessoas se recusam a sair na rua com medo de serem infectadas pela Covid-19

Os portugueses estão com medo de retomar a vida normal.

Portugal é apontado como modelo de gestão em meio a pandemia da COVID-19, dentre os   vizinhos europeus, é possível ver na segunda fase do desconfinamento, onde estão reabrindo o comércio, escolas e tentando voltar a rotina.

Caminhando para o fim da quarentena que teve início no dia 3 de maio, tem sido complexo, pois muito são os portugueses que resistem por medo de contraírem a doença, acabam não voltando à normalidade, receiam em sair na rua, receiam em abrir o comércio, receiam em   voltar as escolas.

De acordo com a saúde pública, na primeira fase houve um aumento de apenas de 2% de pessoas na rua, por mais que o comércio está voltando à normalidade e a vida das pessoas, os centros urbanos permanecem vazios.

O presidente Marcelo Rebelo de Sousa e também o primeiro-ministro António Costa, falaram nos últimos dias sobre orientar e estimular as pessoas a retomar a vida normal, seguir após a   pandemia, sem medo, sem receio, tomando os cuidados necessários, mas voltando a rotina.

O presidente de Portugal, saiu pelas ruas tomou café em uma cafeteria em Benfica e declarou que nesta segunda fase mais de 200 mil alunos voltaram às aulas, falou em entrevista que não se deixaram vencer pelo vírus e nem podemos deixar nos vencer pela cura, mostrando que os portugueses devem ter confiança.

De acordo com presidente, não tem sido fácil convencer a população para voltar à normalidade, de acordo com estudos da Universidade Católica, os portugueses estão com o estado físico e mental deteriorado e tem medo de sair de casa.

O que chamou atenção em Portugal, foi que 36% de consultas médicas foram canceladas por eles, isso é preocupante pois essa atitude pode provocar várias doenças por falta de cuidados, de acordo com especialistas, a pós pandemia parece mais sombria do que a própria pandemia.

De acordo com uma pesquisa realizada com os portugueses, cerca de 46% tem medo de serem infectados, 25% tem medo de perder o emprego, 34% tem medo de perder um ente da família para a covid-19.

Felipe Santos declarou que tão cedo haverá uma vacina para o tratamento contra o coronavírus, todos terão que aprender a conviver com a doença e enfrentar com coragem.

 


Escrito por Informe Cl

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